As placas de petri
são usadas há muito tempo na área biomédica.Antigamente eram feitas de vidro
e hoje a maioria é de poliestireno.Até pouco tempo acreditávamos que elas não
interferiam nas soluções, meios e culturas, Andrei Sommer e colegas na
Universidade de Ulm descobriram que não é bem assim. Com o uso de um
nanoindentador eles encontraram uma camada nanoscrópica formada por espécies reativas
de oxigênio(ROS) que danificam as células.
A boa notícia é que pesquisadores na
Alemanha desenvolveram uma placa de Petri revestida com diamante nanocristalino
que não oferece esse risco e por isso seria mais segura para procedimentos como
fertilização in vitro e produção de
células tronco in vitro.
Este trabalho encontra-se detalhado no Jornal of Bionic Engineering.
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